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Como recuperar uma empresa em crise

20/03/2019

Seguir, listamos 5 itens fundamentais para se recuperar uma empresa.

Saneamento das dívidas

Caso a empresa tenha empréstimos, financiamentos, contas, impostos ou passivos trabalhistas a pagar ela estará endividada. Se isso ocorreu, o primeiro passo é realizar um levantamento de todas essas dívidas, listando seus valores, credores, prazo de vencimento e taxas de juros.

Diante disso, é preciso traçar estratégias para cada tipo de passivo, priorizando aqueles com maior taxa de juros ou cujo não pagamento imediato impacte sua operação. Considere, por exemplo que, caso haja dívida com um banco, a empresa pode não conseguir novos financiamentos com aquela instituição até sanar os débitos.

Outra estratégia possível é renegociar a dívida e buscar a rolagem dela, por meio de financiamentos com taxas de juros menores. Isso pode dar maior fôlego para que o empresário invista e o negócio saia do vermelho.

No entanto, que o acúmulo de dívidas pode ser resultado de uma operação negativa durante certo período de tempo. Por isso, olhar somente para o passivo não resolve. É preciso atentar-se também para as questões operacionais do negócio.

Despesas desnecessárias

Recuperar uma empresa requer cortar gastos desnecessários

A DBS PARTNER te auxilia a evitar gastos desnecessários

Em um cenário de recuperação empresarial, também é importante atentar-se ao fluxo de caixa da empresa, analisando com cuidado as operações e separando as despesas fundamentais das despesas supérfluas.

As despesas fundamentais são aquelas indispensáveis para que o negócio opere e seja lucrativo. Já as despesas supérfluas podem ser cortadas sem maiores impactos na operação. As despesas supérfluas mais comuns são aquelas não relacionadas à operação da empresa e até despesas pessoais dos proprietários como cartões de crédito, pagamento de escola, contas de casa. Se a empresa está em recuperação, é necessário abolir esse tipo de gasto, para iniciar a trajetória rumo ao fluxo de caixa positivo.

Também é possível economizar nas despesas fundamentais, como gastos descuidados com água, energia elétrica, telefone, etc., portanto, o empreendedor não deve se refutar em fazer esse tipo de corte. Uma dica valiosa é estabelecer um sistema de controle das finanças no qual se possa analisar como as despesas podem ser reduzidas periodicamente.

De olho no estoque

Se o momento é de recuperar uma empresa endividada, o empresário deve estar atento às oportunidades que o estoque lhe oferece. Estoques parados são um ralo de recursos, demandam espaço para armazenamento, tempo de gestão e, o pior, podem ser perecíveis ou se tornar fora de moda ou obsoletos. Algumas empresas à venda por falta de controle de seus estoques.

Portanto, a gestão do estoque pode ser uma oportunidade para o empresário que busca sanar uma empresa. Ao vendê-lo é possível economizar e fazer aumentar as receitas.

Pense antes de demitir funcionários

Muitos empresários pensam que a primeira coisa a se fazer para recuperar uma empresa é reduzir o tamanho da folha de pessoal. No entanto, se isso for feito sem planejamento, pode acabar piorando a situação, por dois motivos principais.

O primeiro deles é que a demissão pode gerar muitos custos trabalhistas. No Brasil, demitir um funcionário pode ficar mais caro do que mantê-lo em sua folha de pagamento até o momento em que o negócio volte a engrenar.

O segundo motivo é que demitir um colaborador fundamental pode ser uma dor de cabeça ainda maior na operação do negócio. É necessário analisar se ele não será uma peça necessária na recuperação do negócio. Além disso, encontrar um funcionário com as mesmas caraterísticas pode ser trabalhoso.

Por isso, analisar o valor que cada funcionário agrega em relação aos custos que gera pode ser fundamental na hora de reorientar a empresa.

Empresários entrando em acordo para recuperar uma empresa

Saiba quando pedir ajuda. Conte com a DBS PARTNER para recuperar sua empresa!

Saiba quando pedir ajuda

Num momento de crise, é fundamental que o empresário saiba que pode (e deve) pedir ajuda. Se o objetivo é a recuperar uma empresa, quanto mais sabedoria e energia empregada no mesmo esforço, melhor pode ser o resultado.

Nesse sentido, exercitar a humildade para compreender os erros e aprender com eles pode ser uma boa maneira de lidar com a situação. Por mais que doa ouvir que a culpa é sempre do empreendedor, fica mais simples encontrar alternativas responsabilizando- se também pela solução.

Se esse tema despertou seu interesse, saiba que é possível comprar uma empresa para recuperá-la.

A DBS PARTNER está à disposição para auxiliá-lo em processos de compra e venda de empresa. Somos uma empresa especializada em Avaliações de Empresas e processos de Fusões e Aquisições. Conheça também nossas soluções financeiras para recuperar uma empresa em crise e as mais diversas modalidades de assessoria empresarial customizada para negócios em diferentes estágios e setores da economia.

6 PASSOS PARA TIRAR SUA EMPRESA DO VERMELHO.

1 – Identifique as causas do problema

O primeiro passo para se começar a colocar a empresa nos eixos é identificar o motivo que a levou a sair dos trilhos e entrar no descontrole financeiro. Um bom diagnóstico do que está errado é fundamental para que sejam tomadas as ações corretas para sanar os problemas. Faça uma avaliação profunda das finanças da organização, mapeando criteriosamente tudo que entra, tudo que sai e quanto sobra no final (ou quanto fica negativo).

Com base nessa análise, você precisa estabelecer um replanejamento financeiro, tapando todos os furos identificados e corrigindo os ralos por onde o dinheiro está vazando desnecessariamente. É aí que entra a próxima etapa.

2  – Realize um corte gastos

Após conhecer exatamente para onde vai cada centavo da empresa, você precisa definir prioridades e cortar o que não for realmente essencial para os resultados do negócio. Pequenos itens do dia a dia, como copos descartáveis, papel e materiais de escritório precisam ser reduzidos. Assim como contas de telefone, água e energia. Onde puder haver redução e uso mais eficiente dos recursos, isso precisa acontecer. Muitas vezes, também é hora de cortar funcionários que não se empenham e ter um prestador de serviço terceirizado para a a mesma função, que geralmente é mais barato.

Alinhe muito bem esta nova postura com a sua equipe. Todo mundo precisa se conscientizar e passar a contribuir para enxugar as contas da organização.

3  – Integre os setores da sua empresa

O sucesso de uma organização depende da forma coordenada em que seus setores trabalham. Em momentos de crise, essa integração precisa ser ainda mais forte, principalmente entre o financeiro e a direção da empresa. Todos precisam ter um entendimento completo das contas, fluxo de caixa, perspectivas de gastos e arrecadações.

Os números precisam de acompanhamento constante. Por isso, marque reuniões periódicas para analisar e rever metas. Se você é o único responsável por todo o controle financeiro (como é comum em micro e pequenas empresas), então deve ter ainda mais atenção com o orçamento.

Pense também se não é o caso de contratar um especialista para a função. Além de ter alguém com o olhar mais apurado para os números, você ficará menos sobrecarregado com o trabalho, podendo dedicar mais atenção aos outros processos da gestão.

Também é possível, na verdade essencial, ter um software de controle financeiro pois ele é uma ferramenta útil na atualização, análise e armazenamento dos dados sobre o dinheiro da empresa.

4  – Contrate um consultor

Muitas vezes o olhar do gestor está tão viciado com a rotina da empresa que ele não consegue identificar o que está errado ou então não tem conhecimento suficiente para encontrar soluções para os problemas. Nestes casos, a ajuda de um consultor financeiro externo é essencial. Estes profissionais, por não estarem ligados à rotina da empresa, terão uma visão muito mais crítica da situação.

Apesar da contratação de um consultor representar mais um custo em sua folha de pagamentos, esse gasto deve ser visto como um investimento. Muitas empresas que estavam no vermelho só conseguiram sobreviver graças à ajuda de consultorias externas, que traçaram um diagnóstico exato e coordenaram um plano de ação eficiente.

5  – Renegocie as dívidas

Se a situação está tão complicada que não é mais possível nem mesmo arcar com as dívidas contraídas, o primeiro passo então é buscar uma renegociação. Negocie com os credores uma condição que lhe possibilite estender os prazos e saldar a dívida da forma que ela caiba no orçamento da empresa.

Tenha muito cuidado na hora de recorrer a formas de crédito disponíveis no mercado. Algumas, como o cheque especial, possuem juros altíssimos e podem criar um efeito bola de neve que vai piorar ainda mais a situação. Tenha cautela e analise muito as condições antes de pegar empréstimos. Lembre-se que a finalidade é salvar o seu negócio e não endividá-lo ainda mais.

6  – Faça um planejamento para garantir o futuro

Ver a sua empresa passar por um período de contas no vermelho não é fácil, mas como gestor você precisa assumir a responsabilidade e comandar sua equipe de volta à estabilidade. E depois de passar pela turbulência, tome todas as medidas para garantir que esta situação nunca mais aconteça. Planejamento estratégico e financeiro vão garantir o futuro da sua organização seja mais tranquilo e renda bons frutos.

10 PASSOS PARA MONTAR UM FLUXO DE CAIXA

Saber quanto dinheiro a sua empresa tem em caixa é uma informação que deve estar sempre bem atualizada. Afinal, só tendo esse conhecimento você pode fazer os investimentos necessários e prospectá-los .Então, como está o acompanhamento das finanças do seu negócio? Se você quer ter uma empresa de sucesso, continue lendo este artigo e confira quais são os 10 passos para montar um fluxo de caixa nos tópicos a seguir:

  • Identifique suas despesas
    • Verifique o dinheiro em caixa
    • Controle as contas a pagar
    • Controle as contas a receber
    • Não pague contas com atraso
    • Evite a inadimplência dos clientes
    • Faça a conciliação bancária
    • Não misture contas pessoais e empresariais
    • Planeje financeiramente o seu negócio
    • Tenha a ajuda de um software ERP

1  – Identifique suas despesas

O primeiro passo para montar um fluxo de caixa é identificar as despesas da sua empresa. Liste todas elas, tanto os custos fixos quanto os variáveis. Lembrando que os fixos são aluguel, salários, contas de luz, de água e de telefone, impostos e os demais que são geralmente iguais.

Já os variáveis são os que mudam conforme a produtividade, como custos com matérias primas, comissões, insumos e manutenção de equipamentos, entre outros.

2  – Verifique o dinheiro em caixa

O próximo passo para montar um fluxo de caixa controlado e que contribua com a gestão do seu negócio é identificar a sua situação financeira. É importante, portanto, saber quanto dinheiro tem em caixa.

Para tanto, considere os custos dentro do período avaliado, como o mês, e subtraia do dinheiro que deve entrar nesse mesmo tempo, por conta das vendas. Considere ainda demais receitas que possam existir, como fundos de investimentos.

3  – Controle as contas a pagar

A partir do conhecimento da situação financeira da sua empresa e dos custos mensais, é preciso controlar as contas a pagar mês a mês, para que os compromissos sejam todos pagos de forma adequada.

4  – Controle as contas a receber

Da mesma forma, é preciso controlar as contas a receber que devem ser realizadas pelos clientes ao longo do mês. Como as datas de vencimento das contas a pagar e a

receber não são para o mesmo dia, deve-se gerenciá-las a fim de manter o fluxo de caixa em dia.

5  – Não pague contas com atraso

Mais um dos passos para montar um fluxo de caixa e gerenciá-lo de maneira apropriada é evitar pagar contas em atraso. Afinal, quando isso acontece, incidem juros e multas, ou seja, valores que poderiam ser economizados.

Ter tudo registrado e controlado evitam os esquecimentos. Além disso, contribui com a manutenção da boa reputação da sua empresa frente aos fornecedores e governo.

6  – Evite a inadimplência dos clientes

Outra forma de manter a saúde do fluxo de caixa é criando procedimentos para quando os seus clientes não pagaram as suas dívidas. É importante sempre estar aberto a negociações, bem como ter o controle exato das contas não pagas.

7  – Faça a conciliação bancária

Esse é mais um importante passo para montar um fluxo de caixa, porque consiste em checar se o dinheiro das contas bancárias da sua empresa condiz com o que tem registrado, referente às contas a pagar e a receber. Se houver discrepâncias é possível identificá-las e corrigi-las.

  • – Não misture contas pessoais e empresariais

Um cuidado importante ao montar um fluxo de caixa é evitar que as suas contas pessoais se misturem às empresariais. Caso contrário, você pode acabar usando o dinheiro da sua empresa para as despesas pessoais, levando o seu negócio até mesmo à falência.

9  – Planeje financeiramente o seu negócio

Seguindo os passos para montar um fluxo de caixa é possível fazer o planejamento financeiro adequado todos os anos, o qual deve ser revisado mês a mês. Isso contribui para a saúde da sua empresa como um todo, pois evitam-se as surpresas.

Você também pode buscar uma empresa especializada em soluções financeiras personalizadas para colocar tudo em dia e, depois, só crescer.

10  – Tenha a ajuda de um software ERP

Além de profissionais capacitados com conhecimento profundo de finanças, as ferramentas tecnológicas são grandes aliadas da sua rotina e da sua equipe. É o caso de software ERP, que informatiza dados, conecta setores e automatiza procedimentos.

Assim, tudo é realizado com mais dinamismo, controle e segurança.

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