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A Independência do Brasil e a Educação

11/09/2022

No dia 07 de setembro, comemoramos 200 anos de Independência do Brasil. Independência que foi proclamada pelo Príncipe Regente Dom Pedro I, às margens do rio Ipiranga e que pôs fim a mais de três séculos de dominação portuguesa com a instalação do regime monárquico no Brasil.

A partir de 1822, o Brasil passa a ser uma “nação livre”, porém passado todo esse tempo, ainda é preciso investir naquilo que torna uma nação realmente forte e soberana: a Educação.

A Educação precisa ser a maior prioridade do Brasil, fazer parte da essência das nossas vidas. Investimentos em Políticas Públicas Educacionais reais e projetos pedagógicos e sociais são fundamentais para mudar a realidade brasileira, combatendo a miséria, aumentando a oferta de empregos, promovendo maior entendimento às leis e desenvolvimento do senso crítico às reformas pelas quais necessitamos.

Infelizmente, a Educação Pública Brasileira ainda precisa melhorar e muito.
Falta muito ainda para uma Educação de Qualidade em todo país: desde os anos iniciais até o Ensino Médio. Em muitas cidades e estados , crianças e adolescentes frequentam escolas sem a mínima estrutura para o ensino: falta estrutura , vagas, professores,escolas sem espaços adequados para salas de aulas que se tornam extremamente cheias, sem ventilação e iluminação adequada, falta material didático pedagógico e não há valorização aos profissionais da educação.

A falta de compromisso com a educação está contribuindo para a formação de um povo sem identidade, sem independência e que serve somente de massa de manobra para a classe política que, para a manutenção dos seus interesses, acabam escravizando, cerceando a liberdade, a dignidade e a paz.

Diante de todo esse contexto, não podemos nos omitir. Enfrentar o poder central, assim como fez Dom Pedro à época da Independência, é necessário. Em 1822, o Brasil apresentava diversos problemas e tinha tudo para dar errado, mas a unidade e a capacidade do povo em vencer obstáculos prevaleceram. E assim, com a sabedoria do povo que fez e faz a “Pátria Mãe Gentil” devemos permanecer coesos e firmes na luta por uma educação efetiva e de qualidade.

Tal qual os tempos de outrora, o grito que ecoa hoje é de uma categoria que não se cala, não se omite e não se acovarda e que tem coragem de dizer, parafraseando o Hino Nacional, que “um professor não foge à luta”.

Foto: Arnaldo Jorge – Desfile Cívico de Itapevi 2022

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